quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Casa Abrigo do Distrito Federal


Carta entregue ao governador, ontem, por uma Comissão de Mulheres, juntamente com a Deputada Érika Kokai, mostrando nossa posição sobre a situação da Casa Abrigo do Distrito Federal. Em nossa presença ele demandou celeridade, às diferentes instâncias por onde o processo ainda deve passar, além de ter ficado também acertado que imediatamente terá início os contatos com a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM) para a assinatura do Pacto Nacional pelo Enfrentamento da Violência contra a Mulher. O Distrito Federal é uma das quatro unidades da Federação que ainda não assinaram o pacto.

Brasília, 26 de agosto de 2010.

No dia 19 de agosto foi realizada no gabinete da Deputada Érika Kokai uma reunião para discutir o despejo das mulheres da Casa Abrigo do Distrito Federal e a solução encontrada pelo governo de instalá-las num local que foi julgado impróprio. Na oportunidade foi constituída uma Comissão de Mulheres, com o objetivo de avaliar e acompanhar os desdobramentos do caso Casa Abrigo, no sentido que ele tivesse solução rápida e que não penalizasse ainda mais as mulheres.

Em 25 de agosto, juntamente com a Deputada Érika Kokai, a comissão visitou as instalações nas quais foram alojadas, provisoriamente, as mulheres e seus filhos. Como resultado da nossa visita, foi constatado o seguinte:
. Mesmo considerando o argumento que tem sido colocado de que a permanência das mulheres no local é provisória, com a visita ficou ainda mais claro para nós a vulnerabilidade do espaço. Em face disso, a Comissão teve uma grande preocupação com a vida, com a recuperação física, emocional e psíquica das mulheres abrigadas e de seus filhos e reafirmou a enorme a responsabilidade do Estado com todos os ângulos que envolvem a questão, não apenas, com o das instalações físicas. No atual local de abrigamento, as mulheres e crianças ficaram confinadas, no último fim de semana, ao espaço da casa, que tem, aproximadamente, 70 a 80 metros. Além disso a área externa não tem qualquer infraestrutura que possibilite qualquer lazer, com muito poeira, situação agravada pela seca.

· Foram disponibilizadas três casas para acomodar as ocupantes da Casa Abrigo: em uma delas estão abrigadas as mulheres e seus filhos; um segundo espaço foi reservado à administração e uma terceira casa será destinada a realização de atividades educativas, pedagógicas e profissionais com as mulheres e as crianças.
· Atualmente o serviço atende a um total de 15 (quinze) pessoas, entre adultos e crianças. Por isso, embora as condições encontradas na primeira casa, segundo nossa avaliação, possam ser consideradas minimamente razoáveis, trata-se de um espaço muito pequeno para 15 pessoas.

· A terceira casa, destinada a realização de atividades educativas, encontra-se totalmente tomada por objetos e móveis da Casa Abrigo anterior, não oferecendo, portanto, condições mínimas para a realização de qualquer atividade.

· Em reunião realizada depois da visita, foi-nos informado que o processo de definição de um outro local para o funcionamento do serviço está sendo providenciado, com gestões sendo feitas junto à Terracap, Agefis e Procuradoria do GDF.

· A Comissão entende e espera que o Governo do Distrito Federal tome, em caráter de urgência , as providências necessárias para que se acelere o processo de definição de desse novo local de funcionamento do abrigo e que ele apresente as condições favoráveis para fazer um trabalho que efetivamente recupere as mulheres, dando um novo sentido à sua vida.

· A Comissão continuará acompanhando todos os desdobramentos dessa questão e defendendo alternativas que prestem um serviço que respeite a dignidade das mulheres e de seus filhos, e o direito que elas têm de reconstruir sua vida sem violência de qualquer espécie.

· Na reunião de 25-09 a deputada Érika Kokai instou ao governador para a necessidade de que assinatura do Pacto para o Enfrentamento da Violência contra a Mulher, o que foi acatado por ele imediatamente. As providências para assinatura ficaram de ser tomadas pela representante do CFEMEA e gabinete da Deputada Érika. É importante ainda ressaltar que Brasília é uma das quatro unidades da Federação que ainda não cumpriram com esse dever cívico com a vida e dignidade das mulheres.

Comissão de Mulheres em Defesa da Casa Abrigo

domingo, 15 de agosto de 2010

Hildegard Angel - Veja quem já está com Dilma

Dilma Rousseff participará da caminhada com Agnelo



Dia 15/08/2010 - domingo - 10 h
Caminhada na Feira do Produtor de Vicente Pires com a presença da Candidata à Presidência da República Dilma Rousseff na Feira do Produtor - Vicente Pires -Estrada Parque Taguatinga (no desvio a direita entrar depois do Supermercado Big Box)

agenda.agnelo@gmail.com
www.souagnelo13.com.br
www.dilma13.com.br

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

TSE: 30% de mulheres é lei



Por seis votos a um, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram, na noite de ontem, que os partidos e coligações serão obrigados a cumprir a exigência fixada por lei de registrar uma cota mínima de 30% de mulheres dentre os candidatos inscritos para a disputa das eleições proporcionais. Segundo o tribunal, caso a legenda não tenha atingido o percentual, terá de inscrever novos candidatos do sexo feminino ou retirar o registro de candidaturas masculinas.

O entendimento do TSE contraria a interpretação dada pela maioria dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) do país, que ignoraram a norma, estabelecida no fim do ano passado pela minirreforma eleitoral. Os partidos argumentam que, em muitos casos, não conseguem encontrar número suficiente de candidatas mulheres para preencher a cota.

A decisão foi tomada durante o julgamento de um recurso do Ministério Público Eleitoral do Pará contra decisão do TRE daquele estado, que deferiu as candidaturas do PDT para o cargo de deputado estadual, embora o partido não tenha cumprido a regra. De acordo com o processo, o PDT paraense inscreveu 29 candidatos, sendo 22 homens e sete mulheres. Os ministros determinaram que o TRE-PA intime o partido a incluir dois políticos do sexo feminino ou a retirar dois do sexo masculino. Caso a decisão não seja cumprida, a legenda corre o risco de ter a lista de candidatos impugnada.

O presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, elogiou a lei que prevê a cota. “A Constituição estabelece que constitui objetivo fundamental da República do Brasil reduzir as desigualdades sociais e regionais. Infelizmente, em nossa sociedade a mulher está sendo tratada desigualmente”, disse o ministro.

Embora a decisão tenha se referido a um caso específico, os ministros deixaram clara a posição do TSE sobre a cota de mulheres. O entendimento, certamente, será aplicado a outros casos que chegarem à Corte. A regra vale para as candidaturas de deputado federal, deputado estadual e deputado distrital, no caso de Brasília, e terá de ser cumprida já nestas eleições.

O TSE, porém, fixou que em casos excepcionais em que os partidos descumprirem a regra e não conseguirem preencher as vagas abra-se possibilidade da apresentação de justificativa, cujo argumento terá de ser avaliado pela Justiça Eleitoral.

Pesquisa
Também ontem, em decisão individual, a ministra auxiliar do TSE Nancy Andrighi suspendeu a divulgação da mais recente pesquisa Vox Populi para as eleições presidenciais, ao acatar ação do PSol que reclamou da não inclusão do candidato Plínio de Arruda Sampaio (PSol) no questionário referente às respostas estimuladas. “O nome de todos aqueles que tenham solicitado registro de candidatura deverá constar das pesquisas realizadas mediante apresentação da relação de candidatos ao entrevistado”, destacou a ministra.

AÇÃO CONTRA RAUPP

O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu ontem uma ação penal contra o senador Valdir Raupp (PMDB-RO), denunciado pela suposta prática de crime contra o sistema financeiro nacional na época em que governava o estado de Rondônia (1995-1998). Depois de interrompido inúmeras vezes no ano passado, o julgamento foi retomado ontem com o voto do ministro Joaquim Barbosa, que confirmou sua posição inicial de aceitar a denúncia. Por seis votos a cinco, os ministros decidiram abrir a ação, tornando-o réu no processo. De acordo com a denúncia do MPF, Raupp teria aplicado de forma irregular parte de um empréstimo do Banco Mundial (Bird), de US$ 167 milhões.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Vigília pelo fim da violência contra as mulheres


Em 2006, as brasileiras conquistaram a Lei Maria da Penha. Ela reconhece como crime e prevê punição para qualquer ação ou omissão na família ou unidade doméstica que provoque morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial às mulheres.

Quem agride as mulheres não pode mais se livrar de processos com o pagamento de cesta básica ou serviços comunitários.

Isso foi uma grande vitória, já que no Brasil, 5,8 mil mulheres são espancadas por dia, quatro por minuto e uma a cada 15 segundos.

Apesar de sua importância, a Lei Maria da Penha está sendo ameaçada. O Superior Tribunal Federal deve aceitar uma ação encaminhada pelo Presidente da República que acaba com aplicações distorcidas produzidas por juízes machistas que tentam dizer que a Lei é inconstitucional.

Além dos fatores econômicos e políticos que dificultam a aplicação da Lei Maria da Penha, a exemplo do descompromisso de alguns operadores de Direito e do baixo orçamento destinado às ações de combate á violência contra a mulher, vários projetos que tramitam no Congresso Nacional representam retrocessos nos direitos conquistados pelas mulheres.

O GDF também está em dívida com as mulheres: Temos apenas 01 de Delegacia da Mulher. Falta ainda a implantação da Rede de Atendimento a mulheres Vítimas de Violência, capacitação de profissionais para atendimentos e Equipe multidisciplinares nos juizados de Violência Doméstica. Para que este cenário mude, as mulheres do DF precisam ser informadas da Lei e da garantia de recursos públicos para os serviços que garantam os Direitos das brasilienses.

No dia 11 de agosto às mulheres do Distrito Federal vão às ruas denunciar a negligência, e a falta da garantia de recursos e execução orçamentária para as políticas públicas que afetam direta e ou indiretamente a vida das mulheres, como a construção de mais 02 DEAMs, transporte público de qualidade, creches, construção de hospitais e Postos de Saúde implantação definitiva da Rede de Atendimento a mulheres vitimas de violência, mais recursos para a casa abrigo e respeito a vida das mulheres.

Por uma vida sem violência: para mim, para nós, para todas!!

Acompanhe a movimentação das Mulheres:
Dia 11/08 A PARTIR DAS 16h30
Ato na Praça do Buriti - Vigília pelo fim da violência contra as mulheres

Data a Confirmar: Apresentação da Plataforma política feminista do Distrito Federal aos Candidatos seguida de Debate.

Datas a confirmar: Audiências com o Governador do Distrito Federal Rogério Rosso, Audiência com o Presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Desembargador Otávio Augusto e Audiência com o Procuradora-Geral de Justiça do MPDFT, Procuradora Eunice Pereira Amorim Carvalhido

Queremos a garantia de uma vida sem violência!

Fórum de Mulheres do Distrito Federal
Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal
Fórum de Mulheres Negras do Distrito Federal
CFEMEA – Centro Feminista de Estudos e Assessoria
AMB – Articulação de Mulheres Brasileiras
Marcha Mundial das Mulheres
CUT – DF
Corpus Crisis
Coletivo de Mulheres Lésbicas e Bissexuais do Distrito Federal
PSOL – PSTU/CONLUTAS
Rede Sou de Atitude
SIMPRO-DF

PRA MUDAR A SOCIEDADE DO JEITO QUE AGENTE QUER, DENUNCIANDO

Cerca de 5 milhões de jovens brasileiros não têm o nome do pai na certidão


As mães criam, sozinhas, os filhos ou com a ajuda das avós, principalmente. São milhões de pais que teimam em fugir das responsabilidades da paternidade. Esta é mais uma confirmação de que a mulher é o principal suporte da família e a garantidora maior do sustento e manutenção dos filhos, muitas vezes sob condições extremas de adversidade.

Esta índole instintiva é que garantiu a manutenção de nossa espécie, com certeza. Foi este temperamento feminino que determinou a opção do governo, por depositar em conta bancária da mulher, os recursos do Bolsa Família, preferentemente.
Há exceções que confirmam a regra. Tenho um amigo que se casou por duas vezes. No primeiro, tiveram um filho e adotaram outra, ainda bebê. Na separação, ele ficou com os dois e os criou sozinho. Da segunda união, foram mais dois filhos. Com a segunda separação, ficou com mais dois, somando quatro, todos criados e mantidos pelo pai. Tenho orgulho de ser seu amigo há quarenta e oito anos. Um homem de muita cultura e "macho prá caramba". Uma rara exceção!

Dentro da regra, tenho uma amiga, aquisição mais recente, que teve oito filhos. sendo seis mulheres. Destas, três tiveram filhos não reconhecidos pelos pais. A estes se somaram muitos outros, quase todos criados e mantidos na mesma casa, pelas filhas e os avós. Agora viúva, segue a mesma labuta, na dedicação à "sua" casa. Uma valorosa e admirável mulher comum!

Luiz Fernando Carceroni

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Moção de Repúdio contra a ação criminosa da Rede Globo em relação às mulheres que praticam aborto



É “fantástico” como a Rede Globo, ao longo dos últimos anos, tem cumprido um papel de afirmar e incrementar visões conservadoras na sociedade brasileira de forma geral, e de reafirmar a ideia do aborto como assassinato, em particular. As novelas da Globo têm sido o principal instrumento para veicular esta visão de aborto como crime e taxar as mulheres que o praticam de assassinas.

Não bastasse, esta emissora tem também assumido um papel policialesco, ao produzir reportagens para criminalizar e denunciar o aborto clandestino. Não podemos esquecer que o estouro de uma clínica no Mato Grosso do Sul, no final de 2007, que resultou na exposição pública do nome de dez mil mulheres e na condenação de trabalhadoras e de mulheres que fizeram aborto, foi desencadeada a partir da ação desta emissora, após denúncia feita contra a clínica.

A partir deste episódio, tem se desenvolvido no Brasil uma ação sem precedentes de criminalização do aborto. Inclusive com a proposta de uma CPI do aborto, contra a qual os movimentos têm lutado. Sabemos que a Rede Globo não está sozinha. Ela se articula com o setores mais conservadores da sociedade, que reúne parlamentares e igreja católica, com o intuito de retroceder nos poucos avanços que as mulheres conquistaram na área dos direitos reprodutivos.

Neste domingo, 1º de agosto, o programa Fantástico fez uma reportagem no mínimo revoltante. Em uma ação policialesca, entrou em clinicas clandestinas de Salvador, Belém e Rio de Janeiro para denunciar o aborto clandestino. Como sempre, foram expostas as mulheres pobres e as clínicas que atendem mulheres pobres, marcando assim o caráter de classe da criminalização do aborto. Por que não mostrou as clínicas em que as artistas e celebridades da Globo fazem abortos? Por que não mostrou os médicos as atendem? Ficou claro as mulheres ricas e as artistas da globo ficam preservadas, pois para elas o aborto não é problema, e nem é feito nestas clínicas.

Esta atuação da Globo somente reforça a já emblemática situação de criminalização instaurada no país. Sabemos que o aumento da repressão empurra as mulheres pobres para práticas de aborto cada vez mais inseguras, condenando-as a correr graves riscos para suas vidas, e para sua saúde física e psíquica. Além de não contribuir para reduzir este grave problema de saúde pública, alem de demarcar o lugar de subordinação das mulheres, já que elas não têm o direito de decidir sobre seus corpos e suas vidas.

É preciso lembrar sempre que são as mulheres pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades, as que mais sofrem com a criminalização. São elas que recorrem à clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem viajar para países onde o aborto é legalizado, opções seguras para as mulheres ricas.

Diante de tudo isso, nós, mulheres da Marcha Mundial, vimos a público repudiar esta ação criminosa da Rede Globo contra as mulheres pobres que praticam aborto. Ao invés de punição, nós propomos para o Brasil uma política pública integral de saúde que auxilie mulheres e homens a adotarem um comportamento preventivo, que promova de forma universal o acesso a todos os meios de proteção à saúde, concepção e anticoncepção, sem coerção e com respeito. Somente a legalizaçao do aborto no Brasil é capaz de reverter a situação dramática da clandestinidade do aborto, que mata, humilha e pune as mulheres que ousam decidir por suas vidas.

Fazemos coro com os movimentos que lutam pela democratização dos meios de comunicação para dar um basta nesta postura criminosa, reacionária e autoritária da Rede Globo.

Fora Rede Globo! Basta de violência contra a mulher!

Pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização do aborto!

Marcha Mundial das Mulheres


Marcha-SP mailing list Marcha-SP@listes.marchemondiale.org http://listes.marchemondiale.org/listinfo/marcha-sp

Marcha-SP mailing list Marcha-SP@listes.marchemondiale.org http://listes.marchemondiale.org/listinfo/marcha-sp



Companheiras,

Agora é para valer! Esta semana, a disputa eleitoral vai chegar a milhões de lares brasileiros pela televisão. Na próxima quinta-feira (5), a partir das 22 horas, a Rede Bandeirantes transmitirá para todo o país o primeiro debate entre @s candidat@s à Presidência da República.

Dilma estará lá para defender nossas propostas e mostrar que é a pessoa mais preparada para levar adiante as grandes transformações iniciadas pelo Governo Lula. Vamos entrar junt@s nessa nova etapa da campanha!

Convide seus amigos, vizinhos e colegas de trabalho, prepare a pipoca, a tevê e organize uma sessão bem animada para assistir ao debate aí na sua cidade!

Vamos ouvir o que cada candidato tem a dizer e expor nossas opiniões sobre o debate por meio de redes sociais como o Twitter, Orkut e Facebook! Faça foto do seu grupo e compartilhe conosco!

É a Dilma na tevê e nós no monitor!


Tamborins digitais

Para ir entrando no clima, envie sua mensagem de apoio à nossa futura presidenta pelo Twitter (@dilmabr) e deixe uma mensagem nos sites de campanha: Dilma13, Mulheres com Dilma, Galera da Dilma, ParticipaBR.

Fique de olho nos Twitters @DilmaNaWeb, @Galera_Dilma, @Mulheres_Dilma e IMPORTANTE: não esqueça de usar a hashtag #Dilma.

Arlete Sampaio fala sobre Agnelo Queiroz, na convenção do PT DF

JACIRA DA SILVA.

Convenção Regional do PT-DF

Discurso de Rejane Pitanga (CUT-DF) no Dia Internacional da Mulher, em B...

Discurso de Arlete Sampaio (PT-DF) no Dia Internacional da Mulher, em Brasília

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Dilma fala sobre propostas para a área de Saúde

Companheiras acompanham Dilma e Marisa Silva na visita ao Sarah Hospital de Reabilitação em Brasília


PELA POLÍTICA NA LEI, PELA POLÍTICA NA VIDA VOTE EM QUE RESPEITA OS DIREITOS DAS MULHERES

O Centro Feminista de Estudos e Assessoria está em campanha para mobilizar a participação política das mulheres nestas eleições. E nesta terça-feira, dia 3 de agosto, lança os spots temáticos que trarão à tona temas como a violência contra as mulheres, saúde, educação, trabalho e discriminação racial até a população.


Intitulada Pela política na lei, pela política na vida, a campanha utilizará o rádio, neste momento, como o grande veículo de mobilização social. E tem como objetivo estimular a sociedade brasileira a debater os direitos das mulheres e a importância de sua presença nos espaços de poder e decisão.

Para a campanha de rádio entra em cena a personagem Concessa, representada pela atriz de teatro, Cida Mendes, que há 15 anos vive “Tecendo Prosa” na pele de Concessa - Uma mulher capaz de fazer a gente morrer de rir até quando fala de coisa séria. Concessa é a personagem do rádio e está em campanha junto ao Cfemea para fazer valer os direitos das mulheres na lei e na vida, e emprestará seu humor às nossas bandeiras de luta.
A participação do eleitorado feminino é decisiva. São 70,3 milhões de votos em todo o país. Um número mais do que suficiente para garantir uma mudança nos espaços de poder, com vistas a garantir uma sociedade justa, igual, digna e verdadeiramente democrática para toda a população.

CFEMEA - Centro Feminista de Estudos e Assessoria
SCS, Quadra 2, Bloco C, Ed. Goiás, Sala 602
70317-900 - Brasília, DF, Brasil
Telefax: 55 + (61) 3224-1791
E-mail: cfemea@cfemea.org.br - Website: www.cfemea.org.br

segunda-feira, 2 de agosto de 2010


No dia 2 de julho, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, por unanimidade, a criação de uma nova entidade que visa a atender as demandas de mulheres e meninas de todos os continentes. A entidade das Nações Unidas para a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres, denominada ONU Mulheres, é resultado de anos de negociações entre Estados-membros e movimentos de defesa das mulheres no mundo.

Em comunicado, o secretário-geral Ban Ki-moon afirmou que a criação da nova agência “vai aumentar significativamente os esforços da ONU para promover a igualdade de gênero, expandir as oportunidades e combater a discriminação em todo o mundo”.

A ONU Mulheres vai unificar o trabalho já desenvolvido pelos quatro organismos das Nações Unidas dedicados às mulheres: Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem); Escritório de Assessoria Especial em Questões de Gênero (OSAGI); Divisão para o Avanço das Mulheres (DAW); e Instituto Internacional de Pesquisas e Capacitação para a Promoção da Mulher (INSTRAW).

Ban Ki-moon nomeará uma subsecretária-geral para dirigir a nova agência, a partir de sugestões dos Estados-membros e parceiros da sociedade civil. A subsecretária-geral integrará todas as instâncias decisórias superiores da ONU e apresentará relatórios ao secretário-geral.

A ONU Mulheres deve estar em pleno funcionamento operacional em janeiro de 2011, com duas funções principais: apoiar os organismos intergovernamentais na formulação de políticas, padrões e normas globais, e auxiliar os Estados-membros a implementá-los, fornecendo apoio técnico e financeiro e estabelecendo parcerias com a sociedade civil.